Tecido, padrão e narração

 Afirma o filósofo Byung-Chul Han que o tecido é a envoltura, o véu que se tece em torno das coisas. É uma escrita requintada, uma narração (não uma narrativa no sentido que actualmente lhe é dado). O tecido não é informação, é eloquência, cobre e encobre, é o contrário da pornografia, que não narra, vai directa ao assunto. A escrita é um tecido sem tear, e o mundo é um tecido elaborado num tear oculto a partir de padróes secretos de que os padrões que existem na Natureza são apenas mostruários. 







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